Tenho olhado todos os
dias as visualizações de página, no início fiquei em dúvida se
estava valendo a pena esse acompanhamento, mas aí coloquei o
contador de visualizações e confesso que me surpreendi, não
esperava tantas pessoas e mesmo sem comentários postados, o
importante é saber que de alguma maneira a Palavra de Deus está
sendo estudada, conhecida e posso dizer que tem sido abençoador
separar este momento de comunhão com Deus e com vocês!
Hoje a nossa leitura se
segue por Gênesis 18, Samos 11 e Lucas 10. 21-42.
Vamos
falar um pouco sobre a tão famosa parábola do Bom Samaritano, você
já deve ter ouvido, e lido e falado muitas vezes sobre quem é o seu
próximo, mas cá entre nós, você já pensou verdadeiramente sobre
o significado disso na sua vida?!? Vejamos na Bíblia, como e porque
Jesus citou essa parábola.
“Disse
Jesus: Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”. Mas
ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “E quem é o meu
próximo?” (Lucas 10.28-29) Diante da bela
resposta dada pelo perito na lei – “Ame
o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de
todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu
próximo como a si mesmo’”, verso 27, Jesus
então lhe diz: “Faça
isso, e viverá”.
Aquele homem sabia que o padrão era inalcançável para ele. Sabia
que por maior que fosse seu esforço, seu progresso não seria muito.
O que fazer? Aquele diálogo o havia levado a um ponto de decisão.
Ele poderia confessar a Jesus sua incapacidade e isso o colocaria na
dependência da Graça Divina, que é o fundamento da vida espiritual
cristã. Mas ele preferiu tentar justificar-se: “E quem é o meu
próximo?”
Ao afirmar que ele queria
justificar-se, Lucas nos ajuda a perceber o significado de sua
pergunta. É interessante notar que aquele homem fez duas perguntas a
Jesus, uma sobre vida eterna e esta última. Nenhuma delas foi feita
com sinceridade. Nas duas a sua verdadeira intenção estava oculta.
Este é o tipo de atitude incompatível com saúde espiritual. “Quem
é o meu próximo” significava de fato, “eu não faço isso, mas
ninguém faz! Afinal, será que Deus exige que eu ame o soldado
romano, os ladrões, os cobradores de impostos?” Ele queria
justificar-se.
Viver segundo os critérios das Escrituras é
abraçar um padrão de conduta, aceitar valores e critérios que
estão muito além de nossa capacidade natural. Mas o caminho não é
procurar justificar-se. Não é correto achar que os erros dos
outros, mesmo que sejam de líderes espirituais, nos dão autorização
para errar. O caminho é confessar nossa fraqueza e depender da Graça
Divina. A vida cristã acontece em nossa vida a partir, não daquilo
que temos ou de nossa força própria. Ela é resultado daquilo que
recebemos de Deus, de Sua presença em nossa vida, de Sua força
agindo em nós. Como vimos ontem, amamos os outros com o amor que
recebemos de Deus. Ele é o centro, não nós. Ele é a condição,
não nós.
Você deve viver hoje segundo padrões que são
mais elevados do que poderia alcançar por si mesmo. Mas você pode
ter sucesso se depender de Deus. Se a Graça de Cristo for a fonte de
sua força. Você pode ser mais puro, mais amável, mais sábio e
tudo mais que o Reino de Deus recomenda. Basta, em lugar de olhar
para qualquer outra direção, olhar para Jesus Cristo e confiar
nele. Crer que somos amados por Deus, crer que Deus cuida de nós,
crer que Ele jamais nos deixará sozinhos, e crer nisso a despeito
das circunstâncias e dos próprios sentimentos, é a experiência de
fé que determina até onde poderemos ir em nosso capacidade de fazer
o que é correto aos olhos de Deus.
É isso! Ficamos por aqui hoje, com mais uma
canção, desta vez "DIFERENTE DOS ANJOS" do Fruto Sagrado. Boa sexta e que venha mais um final de semana!
Beijos!
Beijos!
Graciele Teles Lima
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