Quarta-feira dia 09/01
e seguimos com mais uma devocional, o nosso gráfico de leitura ainda
está pequeno, mas já é bom olhar pra ele e saber que foram 8 dias
de muito aprendizado e hoje mais um.
Hoje nossa leitura se
segue por Gênesis 16, Salmos 9 e Lucas 9. 28-62.
Estudando a devocional
de hoje, eu lembrei de um comercial antigo, onde uma criança fazia
birra num supermercado, querendo que a mãe leva-se brócolis para
casa, kkkk, lembram disso?!? Pois é, as vezes acho que somos iguais
a este menininho na nossa vida e intimidade com Deus, fazemos birra,
gritamos, batemos o pé, simplesmente porque queremos o que pedimos
na hora em que pedimos. A diferença é claro, que brócolis,
chicória e Sustagem fazem bem (haha), já a birra que fazemos, essa
não. Ela não modifica em nada a visão de Deus e nem amolece seu
coração, Ele sempre age no tempo dele e da melhor forma. Na leitura
de Gênesis 16 vimos que Abrão, passou por uma situação bem
semelhante, onde ele esperava uma promessa se cumprir, e vendo que
nada acontecia (não no tempo dele), ele e Sarai tomam uma decisão
que só vem a causar danos.
Abrão
tinha 75 anos quando Deus o chamou e prometeu dar-lhe uma terra que
passaria aos seus descendentes (Gn
12.4).
Passou muito tempo desde então, até que Abrão disse a Deus: "Ó
Soberano Senhor, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro
do que possuo é Eliézer de Damasco?" (Gn
15.2).
Mas Deus respondeu que esse servo chamado Eliézer não seria seu
herdeiro. A herança passaria a um "filho" de Abrão, que
lhe daria uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu.
Entretanto, a demora no cumprimento dessa promessa abalou a esposa de
Abrão, uma mulher chamada Sarai. Ela já era velha e, como lhe
parecia ser improvável que ainda viesse a ter filhos, sugeriu a
Abrão uma solução que tornaria verdadeira a promessa de Deus.
Era costume na época que os filhos gerados pela serva de uma mulher fossem considerados seus próprios filhos. Sarai ofereceu a Abrão sua serva, de nome Hagar, para que tivesse com ela um filho. Esse, nos planos de Sarai, seria o "descendente prometido". Abrão concordou e Hagar ficou grávida. Mas o resultado não foi alegria. Devido à gravidez, Hagar começou a se sentir mais importante que Sarai e passou a desprezá-la, tendo que fugir diante da sua ira. Deus, então, orientou Hagar para que voltasse à sua senhora e permanecesse em humildade, dizendo que seu filho seria chamado Ismael. Quando isso aconteceu, Abrão tinha 86 anos e pelos próximos catorze anos ele não teve outro filho.
Esse episódio é interessante por dois motivos: o primeiro deles é que nos ensina como Deus é paciente ao cumprir seus planos. Desde a promessa de um descendente a Abrão, passaram-se cerca de duas décadas até que Deus lhe deu Isaque. Isso deve nos tranquilizar em meio a problemas que "parecem" ter fugido do controle de Deus. A eventual demora da atuação do Senhor não quer dizer que esteja incapacitado, mas que tem propósitos que cumpre com sabedoria e paciência.
O segundo motivo é que aprendemos sobre a tendência natural que as pessoas têm de tentar ajudar Deus quando "parece" que o objetivo é difícil demais. Esse foi o erro de Sarai diante da demora e das dificuldades naturais, ou seja, sua infertilidade e a idade avançada do casal. Ela imaginou que Deus não conseguiria fazer o que prometeu e que era responsabilidade dela encontrar um meio para viabilizar o plano do Senhor. O resultado foi sofrimento.
Essa tendência persiste até hoje. Deus fez outras promessas que também "parecem" demoradas ou limitadas. A mais importante delas foi a de enviar seu Filho para salvar os pecadores. Contudo, Jesus Cristo veio ao mundo e os homens o mataram, "parecendo" a muitos que Deus foi derrotado diante da humanidade e do mal. Mas a verdade é que Jesus veio justamente para morrer pelos pecadores, assumindo a condenação que recairia sobre eles.
Agora, Jesus nos diz: "Quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47). Porém, os homens acham que apenas crer em Jesus não traz salvação. Antes, tentam ajudar Deus em seu propósito: procuram fazer boas obras para serem merecedores do céu, buscam filosofias cujo conhecimento seja capaz de libertar suas almas e devotam-se a outros mediadores que possam ser mais compassivos que o próprio Cristo. Mas nenhum desses meios obtém êxito.
Deus determinou salvar as pessoas por meio da fé em seu Filho Jesus Cristo e esse é o único modo pelo qual Deus cumpre sua promessa. Ele não aceita outro caminho, assim como não aceitou outro filho de Abrão. Por isso, creia em Cristo como seu Salvador pessoal e descubra o poder que Deus tem para cumprir a promessa de lhe dar a vida eterna. "Porquanto, há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem" (1Tm 2.5).
Era costume na época que os filhos gerados pela serva de uma mulher fossem considerados seus próprios filhos. Sarai ofereceu a Abrão sua serva, de nome Hagar, para que tivesse com ela um filho. Esse, nos planos de Sarai, seria o "descendente prometido". Abrão concordou e Hagar ficou grávida. Mas o resultado não foi alegria. Devido à gravidez, Hagar começou a se sentir mais importante que Sarai e passou a desprezá-la, tendo que fugir diante da sua ira. Deus, então, orientou Hagar para que voltasse à sua senhora e permanecesse em humildade, dizendo que seu filho seria chamado Ismael. Quando isso aconteceu, Abrão tinha 86 anos e pelos próximos catorze anos ele não teve outro filho.
Esse episódio é interessante por dois motivos: o primeiro deles é que nos ensina como Deus é paciente ao cumprir seus planos. Desde a promessa de um descendente a Abrão, passaram-se cerca de duas décadas até que Deus lhe deu Isaque. Isso deve nos tranquilizar em meio a problemas que "parecem" ter fugido do controle de Deus. A eventual demora da atuação do Senhor não quer dizer que esteja incapacitado, mas que tem propósitos que cumpre com sabedoria e paciência.
O segundo motivo é que aprendemos sobre a tendência natural que as pessoas têm de tentar ajudar Deus quando "parece" que o objetivo é difícil demais. Esse foi o erro de Sarai diante da demora e das dificuldades naturais, ou seja, sua infertilidade e a idade avançada do casal. Ela imaginou que Deus não conseguiria fazer o que prometeu e que era responsabilidade dela encontrar um meio para viabilizar o plano do Senhor. O resultado foi sofrimento.
Essa tendência persiste até hoje. Deus fez outras promessas que também "parecem" demoradas ou limitadas. A mais importante delas foi a de enviar seu Filho para salvar os pecadores. Contudo, Jesus Cristo veio ao mundo e os homens o mataram, "parecendo" a muitos que Deus foi derrotado diante da humanidade e do mal. Mas a verdade é que Jesus veio justamente para morrer pelos pecadores, assumindo a condenação que recairia sobre eles.
Agora, Jesus nos diz: "Quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47). Porém, os homens acham que apenas crer em Jesus não traz salvação. Antes, tentam ajudar Deus em seu propósito: procuram fazer boas obras para serem merecedores do céu, buscam filosofias cujo conhecimento seja capaz de libertar suas almas e devotam-se a outros mediadores que possam ser mais compassivos que o próprio Cristo. Mas nenhum desses meios obtém êxito.
Deus determinou salvar as pessoas por meio da fé em seu Filho Jesus Cristo e esse é o único modo pelo qual Deus cumpre sua promessa. Ele não aceita outro caminho, assim como não aceitou outro filho de Abrão. Por isso, creia em Cristo como seu Salvador pessoal e descubra o poder que Deus tem para cumprir a promessa de lhe dar a vida eterna. "Porquanto, há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem" (1Tm 2.5).
Deixo a vocês hoje a
canção “Os Sonhos de Deus”, na voz de Nani Azevedo, sabendo que
os sonhos de Deus, são maiores que os meus, e que Ele vai fazer o
melhor por mim!
Graciele Teles Lima
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